Antes de ser quebrantado, eleva-se o coração do homem; e diante da honra vai a humildade. PV 18:12

Honrando a Deus Ele anula a ação do acusador e rasga os céus em Honra à ti.
Quem honra quem tem Honra, recebe honra das mãos de Deus.
Se o que vcê tem não dá para resolver os seus problemas, use-os como semente. Plante e colherá como honra maior do que poderia imagina peidr ao Pai.

Quem sou eu

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Pederneiras, são Paulo, Brazil
Sou uma serva que busca estar cada dia mais perto do Pai. Busco poder tocar no manto sagrado de Deus e viver da sua Luz eternamente.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Daniel 4

Ao contrário de todo o restante do livro, o capítulo 4 não foi escrito por Daniel, mas sim pelo rei Nabucodonosor.
É meio constrangedor reconhecer que alguém tão ímpio e cruel como ele tenha participado da construção da Bíblia. Não está escrito?:
“Homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo.” II Ped. 1:21
Como conciliar uma coisa com a outra? O próprio capítulo responde, vamos ler Daniel 4:1-3
“Nabucodonosor rei, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada. Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.”
Nabucodonosor não era mais um rei ímpio quando escreveu essas palavras. Algo acontece nesse capítulo que vira do avesso a vida deste personagem, algo impossível de ser produzido por qualquer esforço humano. Vamos acompanhar essa transformação:
“Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio. Tive um sonho que me espantou; e estando eu na minha cama, os pensamentos e as visões da minha cabeça me perturbaram.” Dan.4:4e5
Nabucodonosor tinha uma idéia fixa: “O que acontecerá depois que eu morrer? Qual será o futuro de Babilônia depois que eu partir dessa pra melhor? Permanecerá eternamente, acabará?” Essa dúvida movia o rei a construir palácios grandiosos, templos magnificentes e jardins suspensos belíssimos; levava-o a manter imensos exércitos e a investir muito em campanhas militares. Queria a todo custo que seu reino fosse eterno. Os acontecimentos dos capítulos 2 e 3 nos mostram isso claramente!
Um dia, porém, o último povoado distante foi subjugado, o último tijolo colocado e o rei estava sossegado em sua casa, próspero. Não havia por enquanto o que fazer, nem com que se preocupar. As aparências indicavam que o império havia chegado ao seu auge. Ah, agora ele podia morrer em paz... dali pra frente as coisas andariam sozinhas! Babilônia era gloriosa, auto-sustentável, incólume, inatingível.
Mais uma vez o rei tem um ataque de estrelismo e então Deus intervêm. No capítulo 2 já tinha sido assim, no 3 também... Parece que o pobre rei não aprende, mesmo!
Deus resolver mandar um aviso através de um sonho:
“Eram assim as visões da minha cabeça, estando eu na minha cama: eu olhava, e eis uma árvore no meio da terra, e grande era a sua altura; crescia a árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até o céu, e era vista até os confins da terra. A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e dela se mantinha toda a carne. Eu via isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama, e eis que um vigia, um santo, descia do céu. Ele clamou em alta voz e disse assim: Derrubai a árvore, e cortai-lhe os ramos, sacudi as suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos. Contudo deixai na terra o tronco com as suas raízes, nu ma cinta de ferro e de bronze, no meio da tenra relva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais na erva da terra. Seja mudada a sua mente, para que não seja mais a de homem, e lhe seja dada mente de animal; e passem sobre ele sete tempos.” Dan 4:10a16.
Esse sonho tirou o sono do rei, pois, por mais que não soubesse interpreta-lo inteiramente, sabia que se referia a ele. Chamou então os sábios e mais uma vez ninguém soube interpretar. Assim aparece Daniel na história.
Agora, entretanto, a mensagem que cabia a Daniel interpretar continha uma repreensão. Não era tão fácil como dizer: “Ó rei, tu és a cabeça de ouro”. A história era outra! A Bíblia conta que o profeta ficou atônito.
Muitos hoje não sabem agir quando precisam repreender alguém, então não repreendem. Ficam calados diante dos erros e assim tornam-se coniventes. Uma pessoa joga um papelzinho de bala no chão ao nosso lado e ficamos quietos. Agimos como se aquele papelzinho não fosse fazer diferença, ignorando que são as nossas constantes omissões que tornam a cidade mais suja.
“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.” Efés. 5:11
O exemplo do papelzinho pode ser pequeno, mas se negligenciamos a repreensão até na hora do papelzinho, o que diremos dos outros comportamentos errados mais complexos? Porém, temos que sempre tomar cuidado com atitudes farisaicas. Daniel disse: “A árvore que viste (...) és tu, ó rei (..)” depois de muita comunhão com Deus e uma vida praticamente impecável.
Jesus disse:
“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.” Mat. 7:1-5
Daniel estava em plena forma espiritual para desempenhar essa função, mesmo assim ele não a desempenhou com insensibilidade, rigidez e falso moralismo. Ele disse:
“(...) senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos.” Dan 4:19 “(...) ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranqüilidade.” Dan 4:27
dasdasdNabucodonosor estava avisado. Deus nunca aplica a pena em ninguém sem antes avisa-la e dar a oportunidade de mudança.
“Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Amós 3:7
Como a árvore do sonho, sua honra seria tirada, seu juízo e poder seriam tirados por sete anos, até que reconhecesse que o Deus do céu domina. E foi exatamente o que aconteceu.
Não temos por que julgar a atitude do rei. Todo ser humano é assim. Adianta avisar a criança que o fogão é quente e que ela vai se queimar? Não, ela só vai aprender com a queimadura.
Deus nos conhece, sabe como somos teimosos e volúveis. É por isso exatamente que nos repreende. João 15:2 nos ensina uma grande lição:
“Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto.”
Se Deus não visse mais jeito em nós, Ele simplesmente nos cortaria fora e desistiria das nossas vidas. Mas não é assim que Ele age: nos poda para que possamos dar mais fruto.
Alguns ele poda pouco, outros poda até a raiz, como Nabucodonosor, mas o resultado esperado é sempre o mesmo: tornar possível a nossa salvação. Durante aqueles sete anos o rei teve a oportunidade de pensar muito em sua vida, suas escolhas e suas prioridades. Quem sabe se pudéssemos parar pra pensar como ele, chegaríamos a esta mesma conclusão:

“Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.” Dan. 4:2e3.
Como o salmista diz:
Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” Salmos 46:10

EU VI - AP. RENÊ TERRA NOVA



É tempo da Igreja abrir a visão para ver. Isso significa que tem que nascer um novo líder com visão ajustada. Todo excesso e confusão que impede do líder ver a noiva, e de ser transportado em espírito, precisa ser renunciado. Assim, ele contribuirá para que a igreja veja gente como gente, e coisa como coisa.
O texto de Marcos 8:22-25 traz a história de um cego que foi curado em duas etapas. Na primeira, ele via com uma visão turva, mas na segunda etapa foi liberto para enxergar corretamente.
Jesus perguntou a este cego que já tinha sido curado parcialmente se ele já estava enxergando. É a primeira vez que eu vejo, na Bíblia, Deus ungindo a mesma pessoa por causa do mesmo problema. Então, Jesus curou a visão do cego por completo para que ele visse gente como gente, e não como árvores. Jesus quer nos ensinar hoje, aqui, que precisamos ver as pessoas como elas são. Não podemos enxergar as pessoas de forma deturpada.
Também gostaria de mencionar que o livro de Apocalipse narra sobre as visões que o Apóstolo João teve sobre Jesus, o noivo, e sobre a Noiva, que é a igreja de Jesus. Nesse texto, João primeiramente viu Jesus, o noivo, da forma aproximada de como ele é hoje, depois de ter vindo à terra, sofrido e morrido como um cordeiro, mas que virá como o Leão da Tribo de Judá. Todo líder precisa primeiramente ver a Jesus, em sua vida.
Depois, João diz que viu a noiva do Cordeiro. Ou seja, Líder que não vê a igreja como noiva, não é verdadeiramente um líder. A noiva não é para outro, se não para o noivo, e a Igreja, que é a noiva do Cordeiro, foi separada para Jesus, o Cordeiro de Deus.  O apóstolo João diz: "Eu vi a noiva e fui transportada em espírito". Quem vê a noiva não fica na carne, mas entra no sobrenatural de Deus. É transportado em espírito e entrará em coisas que ninguém entra, fazer coisas que ninguém faz, e receber coisas que ninguém recebe. Você será transportado de lugares baixos para altas montanhas. E montanha, na Bíblia, significa lugar onde Deus gosta de governar.
Então, João viu a nova Jerusalém, transfomada, linda e maravilhosa. E eu vejo as cidades transformadas pelo poder de Deus. A visão urbana é correta e tem procedência, pois não é uma visão qualquer, mas uma visão que tem dono e autoridade, que tem Rei, que tem Senhor e tem comandante. Isso quer dizer que tem legitimidade para dizer como tem que funcionar. Eu vejo no lugar alto, e sei que a cidade é santa, não vem de mim e da minha unção, talento ou carisma, mas vem do Todo-poderoso.

COMO ENTREGAR DÍZIMOS E PRIMÍCIAS



     
Deus deseja trazer para sua vida a prosperidade completa, no espírito, na alma e no corpo, e, para tanto, as fortalezas de alma que foram levantadas durante sua vida com relação ao assunto prosperidade precisam ser quebradas. Depois de ler este estudo, você terá a oportunidade de fechar as brechas e encerrar os argumentos do diabo contra sua prosperidade. 
     Abra o seu coração, seja fiel e tenha a disposição de honrar ao Senhor com os seus bens, e com as primícias de toda a sua renda; assim se encherão de fartura os seus celeiros, e transbordarão de mosto os seus lagares (Provérbios 3:9-10).
O dízimo

     O dízimo é intocável e inegociável; não é nosso, é do Senhor. Quem atrasa o dízimo precisa quebrar esse decreto de maldição (Levítico 27:30-34). Quando você não entrega o dízimo, está tirando o que é de Deus. O dízimo é a expressão da nossa fé. Quem não crê não entrega o dízimo e ainda alimenta pensamentos de que está dando dinheiro ao Pastor. Quem alimenta esses argumentos no coração está fechado às possibilidades de fidelidade.
    
Todas as pessoas que são dizimistas fiéis não passam necessidade. Podem até passar algumas situações complicadas para honrar compromissos, dentro da sua realidade; mas não foi Deus quem fez essas dívidas. Se houve compromisso dentro de obediência, Deus é fiel e vai fazer próspera a sua sementeira.
     Qualquer outro compromisso que tivermos não elimina o dízimo. Nem se deve usar o dízimo para honrar outros compromissos. Quem faz isso fica inadimplente com Deus, e a inadimplência gera falência e escassez. Muitos na Igreja não conseguem ser fiéis a Deus. Fidelidade é caráter irrevogável. No século em que vivemos, existem muitas propostas para sermos infiéis, mas a Bíblia diz que Deus é fiel conosco toda a vida (II Timóteo 2:13). Deus é a essência da fidelidade.
     Quando Deus permite que você mergulhe nEle, através de uma experiência verdadeira, é natural que você sinta em seu coração o desejo de ser fiel a Ele. Fidelidade faz parte da característica de Deus, da Sua essência. As necessidades pessoais que você têm, como trocar de geladeira, por exemplo, não podem anular o compromisso de ser dizimista fiel.
    
Todo dizimista tem regalias diante de Deus. A primeira delas é a porta aberta para a prosperidade. Só será fiel ofertante quem for fiel dizimista, e a porta da fidelidade se abrirá.

Todo dizimista tem o produto do seu trabalho em abundância (Habacuque 3:17).
     Em Hebreus 7, está escrito que, na Terra, homens mortais administram os dízimos, mas estes são recebidos nos céus por Deus. Os dízimos que entregamos a homens, aos introdutores, etc, são confirmados nos céus.
     Quem não dizima ata sua prosperidade. Mas, o que fazer com aquele que atrasou o dízimo? Só o sacerdote com autoridade pode quebrar a sentença daquele que sonegou e atrasou o dízimo. Comece hoje algo novo no mundo espiritual a seu favor e impeça o diabo de prendê-lo com esse argumento.

     Os dízimos e as ofertas encerram a maldição sobre a família e sobre o povo, tanto na questão individual quanto na social, é o que está escrito em Malaquias 3:1-6. Todo decreto de maldição criado por ignorância, que entrou em sua vida, será anulado e a bênção do Senhor, que não acrescenta dores, repousará sobre a sua vida. Deus mesmo repreenderá o devorador que estava no meio do povo.

     “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança” (Malaquias 3:10).
A oferta
     A oferta é uma decisão nossa para com Deus. Na oferta, damos o quanto queremos, ou não damos. A oferta é a oportunidade que Deus nos dá para termos a bênção de sermos desatados no mundo espiritual. Na oferta, cada um diz quanto vai entregar ao Senhor.

     Deus não precisa da nossa oferta. Você tem oferta para dar, porque Deus já lhe deu o suficiente para ofertar a Ele. Ele é o dono da nossa vida, o Senhor do nosso sustento, é Ele que nos dá a provisão para que possamos devolver a Ele. A oferta é, portanto, uma decisão do nosso coração. 
     Deus também falou que entregassem uma oferta movida. Que tipo de oferta é essa? É uma oferta de ação: eu vou agir para cumprir o propósito, eu vou entregar ao Senhor com toda seriedade do meu coração para ser honrado.
As Primícias

     Entregar as primícias é um ato de fé e de coragem. Em Romanos 11:16, está escrito que assim como são as primícias, são toda a sua totalidade. Se você entregar as primícias tudo o que você fizer será bem sucedido. Precisamos entender a graça de dar tanto por qualidade de princípios como por quantidade. 

     O Senhor nos honrará e seremos supridos em todas as nossas necessidades. Ninguém terá necessidade em sua casa, porque a bênção que chega sobre nós, sem acrescentar dor alguma, entrará em nossa casa. Chegou o tempo da entrega das primícias. Deus quer que guardemos o princípio de dar. 
     Ninguém nunca vai superar a Deus na graça de dar. Ele é o Senhor que libera a sua graça abundantemente com generosidade sobre a nossa vida. Deus é fiel. Se você devolver o dízimo, ofertar, entregar as primícias, virá a bênção sobre você, sua família, seu ministério, sobre todos os seus bens. Entraremos nas bênçãos das primícias, porque Jesus Cristo é a maior das primícias e, assim, selaremos a graça da provisão na casa do Tesouro.
    
Entregar primícias, dízimos e ofertas não é fazer nada para Deus, e sim, para nós mesmos, porque é obediência de princípio, e toda obediência gera prosperidade. O melhor lugar de se plantar é no terreno do Senhor, porque certamente colheremos a cem por um, é uma colheita no sobrenatural. Todos que estão em Jesus têm direito de ser abençoados. Quem entrega as primícias prospera na área financeira, espiritual e em todas as suas conquistas.
     O céu não tem pacote de miséria para ninguém, só tem pacote de bênçãos para todos os que querem receber da parte do Senhor. Chegou o tempo das primícias, da entrega. Deus começa uma nova história para você, começa a mover o relógio dos céus na sua vida e você não será mais envergonhado.

     Está escrito em II Coríntios 8:9 que “conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos”. Esse é o Senhor da Glória, o Senhor dos céus, o Rei dos reis que faz alianças. Quem não quer trocar pobreza por riqueza? Todos querem. Essa é a natureza de Deus em nós. Ninguém quer fazer aliança com a pobreza, a não ser Roma, com a mentira do voto de pobreza, mas, no entanto, com uma sede milionária. Como alguém pode pregar a pobreza e viver na opulência? Que reino é esse? Porém, Jesus é assim: Ele toma a nossa pobreza, para nos dar Sua riqueza.

     Jesus é o Senhor das primícias. Quando entregamos as primícias, toda a família é abençoada. Por isso, exercite entregar as primícias. Jesus tem uma aliança com você: assim como são as primícias será a totalidade (Romanos 11:16). Entre hoje na colheita do Senhor obedecendo aos princípios de Deus.                   

(Ap. René Terra Nova)
 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A lição das águas purificadoras (Ezequiel 47)


O rio estava correndo e fluindo mas Ezequiel não estava vendo.

Deus o fez dar a volta na casa, para que pudesse ver o rio em movimento, a fim de fazê-lo refletir e entender a função dele.

Da mesma forma, às vezes deixamos a tribulação nos impedir de ver o fluir do Rio de Deus na nossa vida, o movimento do Espírito Santo em nosso favor.

Tribulação todo mundo passa, mas a opção é nossa de aproveitar a oportunidade de mergulharmos nesse Rio, ou de nos prostrarmos e desistirmos de tudo.

Entretanto, o Senhor nos manda prosseguir e observar o que Ele tem feito por nós a cada dia, e o suprimento que nos tem dado até o dia da proclamação da vitória.

Ele faz o impossível e nós devemos crer que dias melhores virão.

Se tivermos fé, agiremos de forma que todos perceberão claramente de onde vem tal força.

As águas eram profundas e Ezequiel não podia mensurar sua profundeza.

Quando Deus opera o impossível, não podemos mensurar. Isso significa que Deus faz exatamente o que nós não podemos fazer.

O Rio de Deus tem muitas utilidades e podemos dizer que primeiramente ele lança fora a sujeira espiritual com suas águas purificadoras e traz cura.

Depois ele faz viver a árvore plantada junto aos seus ribeiros, dando a seu tempo frutos que alimentam a si próprio e outras pessoas.

Suas folhagens também levam remédio a quem precisa.

Esse Rio é a ação do Espírito Santo em nossas vidas.

Essas águas transformam a vida de uma pessoa de forma que ninguém consegue definir como tal coisa aconteceu.

Isso porque Deus é o especialista em milagres.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Como o Amor Atua


Quando você der alguma coisa a um necessitado, não fique contando o que fez, como os hipócritas fazem nas casas de oração e nas ruas. ... Mas... faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo saiba o que você fez. S. Mat. 6:2 e 3 (BLH).
Perguntaram certa vez a Ernest Shackelton, famoso explorador britânico da Antártica, qual tinha sido o momento mais terrível que ele passara no continente gelado. Alguém poderia pensar que ele contaria a história de alguma terrível nevasca polar, mas não foi isso. Contou que seu mais terrível momento veio certa noite quando ele e seus homens estavam amontoados numa cabana de emergência, tendo sido distribuídas as últimas porções de alimento.
Enquanto seus homens dormiam profundamente, Shackelton permanecia acordado, com os olhos semicerrados. De repente, viu um movimento sorrateiro de um de seus homens. Espiando naquela direção, ele viu que o homem furtivamente ia na direção de outro e retirava um pacote de biscoitos da mochila de seu companheiro. Shackelton ficou chocado! Até aquele momento, ele teria confiado a própria vida àquele homem. Agora tinha suas dúvidas.
Mas então, enquanto observava, percebeu que o homem abria seu próprio pacote de biscoitos, tirava de lá o último bocado de alimento, colocava-o no pacote do outro homem e o recolocava na mochila do companheiro.
Ao narrar a história, Shackelton disse: "Não ouso dizer o nome daquele homem. Acho que seu gesto foi um segredo entre ele e Deus."
É assim que acontece com o tipo de amor de que a Bíblia fala. Ele não realiza boas obras para ser visto pelos homens. Henry Drummond, grande pregador inglês, disse: "Depois de ter andado pelo mundo inteiro fazendo suas belas obras, o amor se esconde, até de si mesmo."
O coração humano anseia por reconhecimento. Não deseja que permaneçam ocultas as suas boas ações - e é aí que muitos caem na armadilha de Satanás! Depois que Deus efetua em nós "o realizar, segundo a Sua boa vontade" (Filip. 2:13), o tentador aparece e nos leva a vangloriar-nos das maravilhosas coisas que fizemos.
Qual é a solução? Nunca pare para vangloriar-se. Fixe a mente em Jesus e continue a permitir que Deus efetue Sua boa vontade através de você.
Prova Convincente
Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. S. João 13:35.
Quando eu era adolescente, resolvi deixar minha marca no mundo como artista. Meu pai havia recentemente adquirido uma Bíblia em três volumes, ilustrada por Paul Gustave Doré, e aquelas ilustrações tiveram peso importante na minha decisão.
Doré obteve fama com as suas gravuras de personagens religiosos e históricos. Passei horas estudando as técnicas dele e, embora meu interesse pela arte se desvanecesse com o tempo, ainda guardo vívidas imagens mentais daqueles desenhos.
Certa ocasião, viajando pela Europa, Doré perdeu seu passaporte. Quando ele chegou à alfândega seguinte, o guarda lhe pediu os documentos de viagem. Doré tentou explicar o que tinha acontecido.
- Eu sou Paul Gustave Doré - disse ele - e perdi meu passaporte. Apreciaria que fizesse a gentileza de deixar-me passar. Tenho de atender a compromissos importantes.
- Não tente fazer-nos de bobos - disparou o guarda. - Você não é a primeira pessoa que perde o passaporte e tenta fazer-se passar por alguém importante.
Doré suplicou a compreensão do guarda, mas em vão. Finalmente, um oficial aproximou-se e disse:
- Se o senhor é realmente Doré, tome este lápis e papel e desenhe aquele grupo de camponeses ali.
Dentro de alguns minutos, o grande artista produziu uma figura de semelhança impressionante com o grupo. Mesmo antes de concluído o desenho, o oficial, convencido de que aquele era realmente o famoso artista, permitiu-lhe a entrada no país.
Algumas pessoas, hoje, tentam fazer-se passar por cristãs, mas falta-lhes o amor fraternal que, segundo Jesus, caracterizaria Seus seguidores. Os cristãos primitivos viveram numa época em que a prática do cristianismo podia significar o martírio, mas ainda assim demonstravam o seu amor fraternal, arriscando a vida para ajudar seus irmãos perseguidos; em alguns casos, obtinham inclusive a relutante admiração dos perseguidores. Tertuliano, um escritor cristão do segundo e terceiro séculos, citou a declaração de um oficial pagão desta maneira: "Veja como esses cristãos se amam uns aos outros."
O amor fraternal não é um manto que se "veste" para convencer os incrédulos, mas uma qualidade que brota naturalmente de um coração amorável.
Sincero Interesse Pelas Almas
Só Deus sabe como é profundo o meu amor e a saudade que tenho de vocês - com a ternura de Jesus Cristo. Filip. 1:8 (A Bíblia Viva).
Em nosso versículo, Paulo declara que ele nutria tanto amor pelas almas dos crentes filipenses como Jesus. Você e eu precisamos de mais desse tipo de amor pelas almas.
Certa ocasião, no tempo da Sociedade de Amigos, um membro da dos quacres cavalgava por um urzal quando ouviu o som de cascos de cavalo atrás de si. Num momento, um salteador o alcançou e, apontando-lhe a pistola, exigiu:
- O dinheiro ou a vida!
Sem hesitar, o quacre puxou sua carteira e entregou-a ao homem.
- O senhor tem um belo cavalo - observou o ladrão. A seguir ordenou: - Desça! Vou levá-lo.
Calmamente, sem uma palavra de protesto, o quacre desmontou e o ladrão trocou de cavalo. Enquanto o salteador se virava para ir embora, o quacre se colocou na frente dele e, segurando as rédeas, começou a falar.
- Como é que pode - observou ele com terna sinceridade - um homem criado à imagem de Deus, ser feliz vivendo uma vida de crime e violência? Arrependa-se, meu amigo, antes que seja tarde demais!
O assaltante tirou a pistola e, apontando-a para a cabeça do quacre, rosnou:
- Como se atreve a me pregar um sermão, seu... Mais uma palavra, e vou abatê-lo aí mesmo.
O quacre nem piscou.
- Amigo - disse ele sorrindo - eu sei muito bem que poderia matar-me. Eu não arriscaria a vida para salvar minha carteira ou meu cavalo, mas alegremente a entregaria se pudesse salvar a sua da condenação eterna!
Sem uma palavra, o assaltante colocou novamente a pistola no coldre, saltou do cavalo do quacre e o devolveu, juntamente com a carteira. Depois, montando em seu próprio cavalo, foi embora dizendo:
- Se a sua preocupação por minha alma é tanta, não vou levar nada.
Embora sem ter certeza, podemos esperar que a mudança de idéia do assaltante tenha produzido também uma mudança de coração. Mas uma certeza podemos ter: se demonstrássemos tanto interesse por uma alma como aquele quacre, veríamos muito mais milagres da graça hoje em dia.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A nova chance

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu
serviço.

Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrario do pai, não gostava de trabalho nem de
compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer,
depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e
dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais
desprezar as palavras de seu pai".

Mais tarde chamou o filho, o levou ate o celeiro e disse:
" - Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.

Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você.

E
quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.

"É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. "O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou
que jamais isso pudesse ocorrer.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como

se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e
aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

* - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:

* - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou
fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:
* - Ah , se eu tivesse uma nova chance...
Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se
facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de
pedras preciosas, e um bilhete que dizia:

* Essa é a sua nova chance, eu te Amo muito.Seu pai.
* E você , está buscando uma nova chance . Profetize sobre o seu caminho se este se tornou um "vale de ossos secos" (Ez 37:1,9) e clame ao Espírito do Senhor para que venha dos quatro ventos Seu sopro e confie, pois a
benção já é sua e onde havia morte haverá Vida , Vitória e Alegria em Nome de JESUS .

* Essa é a sua nova chance também , pois o Senhor te Ama muito , muito , muito.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Para quem é o seu Trabalho?



Textos: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (I Co 15:58) 

“Mas Deus lhe disse: Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12:16-20)

VERDADE CENTRAL: Todo trabalho tem uma recompensa. Se trabalhamos para Deus, seremos recompensados por Ele. Se trabalhamos para nossa alma, seremos chamados de loucos. 

INTRODUÇÃO: Precisamos tomar cuidado com o tipo de trabalho no qual estamos nos envolvendo, para não sermos comparados ao homem louco. Como filhos de Deus, devemos saber para quem trabalhamos e qual tem sido a recompensa do nosso trabalho. Não devemos trabalhar na obra do Senhor de qualquer jeito, de forma relaxada.

. Existe o trabalho no espírito. O trabalho no espírito é satisfatório. O espírito quer a alegria que o espírito pode gozar se regozijando no Senhor.

. Existe o trabalho na alma. O trabalho da alma dói e quer a recompensa de alma. A alma quer a recompensa da alma, o salário da alma, o retorno da alma e a alegria da alma.

O que vemos é que existe o trabalho na força do Senhor e o trabalho feito na força do braço. O homem louco só pensava em seus prazeres, em satisfazer os desejos da sua alma. No período que seria para a alma dele entrar em descanso, foi alertado que teria a alma reivindicada. “...esta noite pedirão a tua alma...” Noite, no texto, representa trevas. Esse homem tinha uma alma que se envolveu com as trevas, envolveu-se com situações incorretas.

A recompensa do trabalho na alma

A recompensa para os que trabalham para Deus, para o Reino e para o Trono é diferente da recompensa do trabalho da alma, da força do braço. O trabalho realizado pela alma busca regalias, busca o seu próprio interesse. Como filhos de Deus, é necessário que estejamos atentos para o trabalho que estamos desenvolvendo.

Será que podemos ter um tipo de trabalho envolvido com as trevas? Sim, quando deixamos que a alma se envolva muito mais que o espírito. Podemos, muitas vezes, trabalhar debaixo de uma recompensa errada. Por exemplo: quantos líderes trabalhariam com mais agilidade se ouvissem que até o final do ano, conseguindo 200 células, ganhariam um carro zero? Esse é um trabalho que busca recompensa para a alma, com a motivação errada. Trabalham por um estímulo errado, pelo estímulo que a alma requer, são escravos da alma.

O trabalho da alma leva para as trevas e o trabalho do espírito leva à luz. As pessoas que trabalham pela alma não descansam, não têm paz, não têm alegria. Observe como o homem pensou que usufruiria o trabalho que havia realizado durante anos, mas não foi o que aconteceu. Houve uma reivindicação da sua alma.

Cuidado com o trabalho do homem louco! Precisamos realizar um trabalho de forma sábia, ter uma motivação que nos dê uma alegria diferenciada: a alegria dos filhos de Deus. No ministério, quem trabalha pela motivação errada, frustra-se e não alcança êxito. Há pessoas que colocam apenas a alma no que estão fazendo e trabalham apenas pelos estímulos da alma.

A recompensa do trabalho no espírito

Em Deus não há trevas! E, como Seus filhos, não devemos trabalhar pelo salário errado, o salário da alma, pois somente o trabalho do espírito nos leva à luz. As pessoas que trabalham pela alma não têm alegria, não há gozo em suas vidas, porque há uma reivindicação do trabalho, ou seja, estão investindo as suas forças de forma equivocada. O trabalho do espírito nos leva à luz, ao entendimento aberto. O trabalho no espírito traz salvação, alegria, amor, o Fruto do Espírito.

A concentração das forças, do trabalho de um líder de Deus deve ser somente para Deus. Seu prazer está em servi-lO com alegria. Tudo o que Deus espera de nós é que reconheçamos que Ele é o nosso Dono, que trabalhamos para Ele. Portanto, todos os que trabalham para Deus têm direito a um salário. 

O primeiro salário que recebemos da parte de Deus é a salvação. Passamos a trabalhar para Ele, porque Ele nos salvou. Jesus nos salvou pagando um alto preço e, com a salvação, Ele nos dá alegria, paz, amor, prosperidade e tantas outras bênçãos. O Fruto do Espírito é o pagamento do nosso trabalho. 

Bíblia, nossa ferramenta de trabalho

Deus nos vocaciona para o trabalho ao qual somos chamados. Temos uma vocação da parte de Deus. Mas seria muito triste se Deus nos chamasse para trabalhar e não nos oferecesse as ferramentas. Deus oferece, para cada tipo de trabalho, uma ferramenta específica.

O Advogado trabalha com as leis. O Professor trabalha com livros que lhe dão entendimento para a educação. O Engenheiro Químico trabalha com fórmulas. O Pastor, o discipulador, o líder de célula trabalha com a Bíblia que contém os princípios que precisamos para viver em obediência a Deus e galgar êxito em todas as áreas da nossa vida. E, muitas vezes, o Pastor e os líderes não utilizam muito a sua ferramenta de trabalho. Usam muito o discurso, o poder da eloquência, o carisma natural, e depois não sabem por que não alcançam o êxito esperado.

O líder precisa entender que conhecer a Bíblia trará crescimento espiritual para a sua vida e para a vida de seus discípulos. A Palavra é a sua maior ferramenta de trabalho. Líder, você não pode negligenciá-la. Você precisa conhecer a sua ferramenta de trabalho.

Fazendo tudo para a glória de Deus

Para tudo há uma recompensa mediante o investimento das nossas forças. Portanto, não devemos perder tempo com projetos fúteis, que não trazem resultados. Nosso trabalho e nossas forças precisam estar concentrados em Deus, precisamos ser guiados por Ele. Não devemos fazer o trabalho do louco.

Todo o seu trabalho deve ter o peso da glória de Deus, pois toda pessoa sábia trabalha por resultados, sabendo para QUEM trabalha e trabalha de forma organizada. “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens...” (Cl 3:23). 

Faça tudo para a glória de Deus. “Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente.” (Rm 11:36). Trabalhe na certeza de que, quando o trabalho é realizado para Deus, ele não é vão, virá a recompensa dos céus.

quinta-feira, 17 de março de 2011

DEUS ESCOLHEU SUA FAMÍLIA

“ De todas as famílias da terra só a vós vos tenho conhecido; portanto eu vos punirei por todas as vossas iniqüidades”, Amós 3:2
Em Amós 3:2, na primeira parte do versículo, Deus diz que escolheu a sua família. E em Provérbios 12:7, Deus diz que a família do justo permanecerá para sempre. Essa é chamada para a Família, permanecer firme para todo o sempre. Alguns me perguntam o que aconteceu no Haiti. Um dos estudiosos de catástrofes disse nos dos noticiários da TV, que o nome dessa catástrofe é BIBLIA. Essa resposta só a Bíblia tem.
Mas eu quero dizer que a casa do justo não será abalada. Deus está dizendo que de todas as famílias da terra Ele escolheu a sua família. Essa é uma palavra para hoje, para agora. Mas você pode me perguntar, então porque a minha família não é e não tem o que esperava ser e ter? A segunda parte do versículo nos dá essa resposta: É porque muitas vezes a família está envolvida no meio da iniquidade. Deus afirma em sua palavra que se houver iniqüidade, não haverá benção.
Essa é uma palavra de decreto familiar. Quando nos voltarmos para Deus, Deus vai se voltar para a família. Por isso, precisamos deixar toda iniqüidade, para que o Senhor abençoe a família.
PROTEGENDO A FAMÍLIA CONTRA AS CRISES SECULARES
Temos visto que a família tem passado crises terríveis,  e se você está passando por essa crise, quero lembrar que toda crise é oportunidade para mudanças. Toda crise gera transformação, e dá oportunidade para conquista de novos territórios. Essa crise não vai derrotar a sua família, mas vai provocar mudança e conquista de novos territórios.
Mas, ao mesmo tempo, precisamos proteger a nossa família da crise secular. E para isso precisamos tomar algumas atitudes em favor de nossa casa. Hoje eu vou falar de algumas dessas atitudes que temos de tomar:
1 - Tirar a cultura secular de nossas casas.
Temos que tirar de nossas salas, revistas que não tem linguagem dos céus. Em Romanos 12:1-3, Deus nos diz que devemos reprogramar a nossa mente, e tirar todo lixo que está em nossa alma. Deus quer apagar o que é ruim do passado. Por isso vamos tirar a cultura do lixo mundano. Tirar revistas, jornais tendenciosos, coleção de músicas mundanas e qualquer tipo de vídeo que destroem nossa família. Essas coisas não trazem edificação para nós e nosso povo. Tenho visto homens apaixonados por Deus e mulheres brilhantes, porém com argumentos fúteis, com interferência de demônios. São perdições que essas pessoas permitem ter dentro de sua casa.
2 - Arrancar todo tipo de conversas tolas.
Depois de tanta palavra de libertação, cura nos encontros, as pessoas continuam usando palavras tolas, sujas, conversas sem maturidade, sem peso de glória. Devemos preservar uma linguagem sã e irrepreensível, para que o diabo não ganhe vantagem. Quantos casais estão por aí se arranhando em publico? Um ameaçando o outro, pois não entendem mais o caráter de aliança. Precisamos arrancar conversas tolas para que o diabo não continue ganhando vantagens.
3 - Deixar todas as amizades nocivas.
Tudo que perturba a paz da família tem que ser colocado fora de casa. Não deixe que amizades nocivas entrem em sua casa. Precisamos evitar situações suspeitas e constrangedoras para preservar a aliança dentro de nossa casa. É tempo de você ter coragem para romper com amizades que só fazem mal a família, e que perturba o ambiente familiar.
4 – Destruir passados que alimentam a alma e nos fazem voltar para o pecado.
Como exemplo, cartas de ex-namorados, fotos do passado pervertido, presentes que estão guardados até hoje e que foram dados debaixo de um espírito de encantamento. Entrei num dia na casa de um pastor. Tinha uma foto na sala da casa, a foto dos peitos para fora, calça coladinha, cigarro em uma das mãos e bebida na outra. Perguntei para ele que demônio era aquele, e ele respondeu que era foto de seu passado, para que os filhos vissem como ele era. No mesmo instante perguntei, se hoje os filhos conhecem a sua mudança. Não temos que mostrar quem éramos, mas quem somos hoje em Jesus. Ninguém tem direito de pegar o seu passado de volta, o passado já ficou para trás.
Evitar e destruir passado que nos fazem voltar para o pecado. II Cor 5:7, tudo vai se fazer novo em sua casa e na sua família. Não deixe o passado que alimenta a sua alma entrar na sua casa. Não fique com esse argumento na sua vida.
5 - Manter a linguagem da aliança
Não vale a pena as pessoas ficarem se estranhando 24 horas em casa. Precisamos manter a linguagem da aliança porque o pacto é eterno. Eu repito, o pacto é eterno. Comece a aceitar o casamento porque o pacto é eterno. Em Deuteronômio 6:4-9, diz que o amor é uma decisão. No verso 5 diz: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças”, isso é decisão. O Pacto é eterno e indissolúvel, e sagrado. O pacto foi acompanhado por uma testemunha: o próprio Deus. Todo casamento em Deus, o primeiro convidado é Deus. É o primeiro que chega, e quem acompanha, Ele é o testemunha de seu casamento. Ele está vendo tudo.
Existem outras testemunhas, a família, a sociedade e o sacerdócio, mas estes não te acompanham na sua vida a dois. Deus, no entanto, te acompanha nessa aliança. Foi ele quem escolheu sua família, e o diabo quer destruir. Todas essas testemunhas têm restrições, pois não podem acompanhar sua família e ministério de perto, mas Deus conhece tudo e o que Ele ordena é : “Põe a tua casa em ordem”.
Conclusão
Nada mais é importante do que a família. Amigos, parentes são importantes, mas não são fundamentais. Vizinho, amigos não podem interferir no casamento, nem discipulador, ou discipuladora, que não têm testemunho familiar podem se intrometer. Não receba esse tipo de benção para sua vida. O pacto é eterno, indissolúvel e sagrado.
Esse ano será o ano mais extraordinário do MIR e para cada família desse ministério e todos os que estão debaixo de nossa cobertura. Deus diz: “A tua casa foi escolhida por mim, Sua casa será residência da paz. A casa do ímpio cairá e não será reconstruída, mas a casa do justo permanecerá para sempre. A iniqüidade não pode ficar na sua casa, para que a prosperidade se manifeste”. 
Mensagem ministrada em 17.01.2010, no Templo do MIR, pelo Ap. Renê Terra Nova

domingo, 13 de março de 2011

A lei da semeadura

Semear - espalhar, produzir,O que você semear, vai ter germinar, vai produzir alguma coisa, boa ou ruim, é a lei da semeadura.
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade.
As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.

O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho."Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:
- "O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:
- "Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer".
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
Gálatas 6:7 Diz: Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Semear - espalhar, produzir,O que você semear, vai ter germinar, vai produzir alguma coisa, boa ou ruim, é a lei da semeadura.
Gálatas 6:9 E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempoceifaremos
Ceifar no tempo certo é colher os resultados no tempo certo, as vezes o que semeamos no presente, parece não ter importância, mas com certeza, as conseqüências virão, elas são inadiáveis.
Semear é oportunidade que Deus nos dá.
Mas o interessante é que a palavra de Deus, dá muita importância, em relação as nossas atitudes com os mais próximos, que fazem parte do nosso círculo de relacionamento. Os de casa, da nossa família, aos parentes, filhos, cônjuges, todos aqueles que são unidos a nós, por um laço de parentesco.
I Timóteo 5:8 Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo.
Esses são justamente, os que mais sofrem, são eles que colhem os restos, a pior parte e isso vai prejudica-los e nos prejudicar futuramente.
Muitas vezes, toleramos, os maiores desaforos, de chefes, amigos, vizinhos, funcionários e quando chegamos em casa, estamos tão sobrecarregados, que tudo o que recebemos durante o dia, despejamos em cima deles.
Com isso, fazemos discípulos enfermos, estéreis. Discípulo? aprendiz? Sim, os que convivem conosco, aprendem conosco.
Se não valorizarmos, aqueles que são ligados a nós, por laços de parentesco, futuramente, vão fazer o mesmo com sua geração.
Ë preciso cuidar e semear coisas boas, na vida das pessoas que nos cercam.
Outro dia, uma esposa, chegou perto do esposo e disse:
– Querido, estou tão sozinha, me dá um beijo?
Sabe o que ele respondeu?
– Pra que isso, eu já te beijei de manhã, como se beijo tivesse cota diária, para ser distribuído.
Um filho, acabou de fazer um serviço, a pedido do pai, que por sua vez, fez tudo novamente, criticando o trabalho mal feito do filho.
Dias depois, ele mandou que ele fizesse algo e o menino gritou em prantos: - Pai, pra que tenho que fazer?Você vai me criticar e fazer tudo de novo.
Que tristeza!!!
Uma filha, abrindo o armário do quarto da mãe, viu roupas de cama lindíssimas e perguntou; -Mãe, porque meus lençóis estão remendados, se você tem guardado, coisas lindas no seu armário?A mãe respondeu aos berros:- Você não tá vendo, que é separado para quando recebermos visitas?
Que lástima!!!
O que estamos semeando? Que o melhor é para os estranhos, a voz baixa e suave é para os estranhos, a família, fica com os gritos, o escândalo, o desequilíbrio emocional, as exigências.
Quantas vezes os pais estão gritando, um com o outro, mas quando o filho grita, apanha sem piedade.
Ë hora de acordar igreja
Nossos filhos, parentes, estão aprendendo conosco, sendo discipulados com nossas atitudes e isso pode ser bom ou muito ruim.
Como seremos tratados, amanhã, quando formos visita-los? Ou mesmo quando forem enviados?
Veremos nossas atitudes, se repetindo na vida deles.
Ë hora de acordar, é hora de mudança, é hora de fazer o melhor pelos nossos familiares, pois como Timóteo diz, se agirmos de maneira oposta, seremos pior que um descrente
Nossos cônjuges, filhos, irmãos, parentes e daí por diante.
O que semearmos hoje, seremos obrigados a colher amanhã.
Até a próxima